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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Será que na igreja existe a pessoa certa para o lugar certo?

Ola Gente!

Em nosso módulo sobre gestão de pessoas com o Tácito Maranhão, vimos um pouco desta questão, que Caroline Tofanelo abordou em seu artigo para o Instituto Jetro.

Abraços

Lauberti Marcondes

"Todos aprenderiam que cuidar do meio ambiente não é coisa só de ambientalistas; antes é cuidar do jardim onde Deus nos colocou...para cultivar,... mas também para cuidar do que chamamos meio ambiente" (Marina Silva em sua palestra sobre o Meio Ambiente no 2º Congresso Brasileiro de Evangelização em 2003, quando ainda era Ministra do Meio Ambiente).

A pessoa certa no lugar certo

Caroline Depieri Tofanelo
Publicado em 26.07.2010

Muitas vezes vemos líderes pensando em como colocar "a pessoa certa no lugar certo?" A resposta para essa pergunta não é algo tão simples, primeiramente porque não existe a pessoa certa ou errada, e sim indivíduos com características das mais variadas, competências, habilidades, e que podem ou não se enquadrar às necessidades do posto que queremos preencher. É aí que vem o segundo ponto importante: como é este lugar certo exatamente? Quais serão suas funções? Que tipo de perfil estamos procurando para ocupar esta cadeira, para realizar este trabalho?

Se não tivermos esta resposta muito bem definida será difícil acertar na colocação da pessoa. Devemos considerar que alguém que estava se destacando brilhantemente em seu trabalho, pelo qual parecia obviamente merecer uma "promoção", pode ser um desastre em outra posição que talvez exija dele algo além do que ele possa corresponder, ou até mesmo possa deixar a desejar, vindo a desmotivá-lo perante suas expectativas.

Então, em qualquer forma de colocação de pessoal, remanejamento ou seleção, devemos começar traçando o perfil do profissional para nossa vaga e o que esperamos de seu desempenho. É preciso atentar-se a todos os aspectos do trabalho que será realizado, tais como, grau de relacionamento com pessoas, necessidade de utilização de informática e tecnologia, nível de instrução necessário, rotinas, carga horária, enfim...

Depois de descrita claramente a função, a questão será selecionar a pessoa adequada a ela. Será preciso falar em público? Logo, não poderá ser alguém muito reservado, tímido. Haverá muitos controles rotineiros, organização de documentos detalhados? Um candidato ansioso e mais ativo terá certa dificuldade nesta função. Exigirá redigir cartas, documentos, ofícios? Será preciso ótimas habilidades de escrita para que o trabalho não seja comprometido.

Competências como estas e outras podem ser detectadas a partir de experiências anteriores, informações curriculares, e sem dúvida em uma boa entrevista com os candidatos. Se for necessário é possível utilizar um roteiro auxiliar, algumas questões formuladas anteriormente e já relacionadas às competências que queremos investigar, para assim não deixarmos passar nenhum ponto importante na hora da entrevista. Apenas tomemos o cuidado de não fazer anotações, asteriscos ou observações durante a conversa, pois isto pode deixar os entrevistados ainda mais ansiosos, querendo tentar adivinhar o porquê de cada anotação e acabar não tendo o desempenho que poderiam nas respostas.

Também existem ferramentas de traços de perfil comportamental ou até mesmo testes de personalidade que podem ajudar na avaliação de candidatos, mas neste caso é preciso muita atenção na hora de verificar os resultados, pois somente profissionais habilitados para a análise de cada material serão capazes de interpretá-los da forma correta. Ao utilizar uma ferramenta que baixamos da internet, ou até mesmo ao reproduzir um teste que nós mesmos já utilizamos, sem os devidos cuidados da interpretação, corremos o risco de "rotular" as pessoas, de dar devolutivas erradas e ainda de perder talentos significativos pelo desconhecimento da ferramenta como um todo. Nestes casos, é possível contar com o trabalho de agências, psicólogos ou consultores qualificados.

Nas instituições religiosas, justamente por lidar diretamente com a emoção e a espiritualidade das pessoas, o cuidado deve ser ainda maior, pois além de um trabalho, elas podem estar a serviço de uma obra, podem buscar ali uma auto-realização, algo que gostam de fazer realmente. Neste momento o direcionamento correto será fundamental para que ela continue a desenvolver-se no que está buscando.

E gostar do que fazemos é fundamental para alcançarmos o sucesso e obter resultados positivos nos dias de hoje. Quando gostamos de algo, seja na vida profissional ou pessoal, colocamos ali não apenas nossas habilidades e conteúdos apreendidos, mas colocamos prazer, afeto, atenção, zelo, expectativas e dedicação. O trabalho deixa de ser mecânico e monótono e passa a ser espontâneo, alegre.

De modo geral, para recrutar, avaliar e selecionar pessoas não existe fórmula, nem manual que se encaixe em todas as situações. O que temos são técnicas, ferramentas e a experiência vivenciada que nos mostra que quanto maior o levantamento de informações e o conhecimento do indivíduo que está sendo avaliado, mais provável de conseguirmos um resultado positivo em colocá-lo no "lugar certo". Desta forma poderemos aproveitar ao máximo o desenvolvimento de suas capacidades e permitir que cada vez mais ele consiga realizar-se em sua função.

Fonte http://www.institutojetro.com/

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